Quero testar

VigiaConversão › Blog

Formulário do site parou de funcionar: como descobrir e o que fazer primeiro

Equipe VigiaConversão · Mosaico Apps Tecnologia Ltda ·

Poucas coisas doem tanto para quem anuncia quanto descobrir que a campanha rodou dias inteiros apontando para um formulário que não enviava nada. O anúncio foi exibido, o clique foi cobrado, a pessoa preencheu os campos, apertou o botão e... nada chegou. Nem lead, nem e-mail, nem evento de conversão.

O pior é que esse tipo de falha não faz barulho. A página continua abrindo, o design continua bonito e o painel de anúncios segue mostrando cliques e impressões. O sintoma aparece só no fim da cadeia: menos contatos do que o normal.

Como saber se o formulário realmente parou

Antes de mexer em qualquer coisa, confirme que o problema existe. Há quatro sinais que costumam aparecer, e vale combinar mais de um:

Um teste simples resolve a dúvida: abra a página em uma aba anônima, no celular e no computador, preencha com dados de teste e envie. Se aparecer a mensagem de sucesso mas o lead não chegar ao destino (e-mail, CRM, planilha), a quebra está no meio do caminho.

As causas mais comuns

Formulário quebrado raramente é "um bug do nada". Quase sempre algo mudou. As origens mais frequentes:

  1. Alguém editou a página. Um ajuste de texto, a troca de um plugin ou a atualização do tema do WordPress pode mexer no formulário sem querer.
  2. O serviço por trás do formulário mudou. Integrações com CRM, e-mail marketing ou planilhas dependem de chaves de acesso e de conexões que expiram ou são revogadas.
  3. Um campo novo virou obrigatório e o botão deixou de enviar, ou um campo obrigatório ficou oculto no celular e o navegador bloqueia o envio sem avisar direito.
  4. Proteção antirrobô (captcha) com problema: chave inválida, domínio novo não cadastrado ou carregamento bloqueado.
  5. Cache e CDN servindo uma versão antiga do script do formulário.
  6. Banner de cookies ou consentimento que passa a segurar scripts de que o formulário depende.
  7. Troca de hospedagem ou de domínio com o envio de e-mail (SMTP) deixando de funcionar.

Perceba que quase todas dependem de uma mudança que alguém fez em outro lugar. Por isso, a pergunta mais útil do diagnóstico é: o que foi alterado nos últimos dias?

Passo a passo de diagnóstico

1. Reproduza o erro como o cliente

Use um navegador limpo (aba anônima, sem extensões) e teste em pelo menos dois aparelhos. Anote exatamente o que acontece: o botão não responde, aparece erro, a página recarrega, aparece sucesso sem lead?

2. Abra o console do navegador

No Chrome, aperte F12 e vá em "Console" e "Rede" (Network). Envie o formulário e veja se há mensagens em vermelho ou se a requisição de envio falha. Um erro de código 4xx ou 5xx na requisição indica que o problema está no destino do formulário, e não no desenho da página.

3. Confira o destino dos dados

Verifique a ferramenta que recebe o lead: o CRM, o plugin de formulário, o provedor de e-mail. Procure por avisos de integração desconectada, limite de plano estourado ou pasta de spam recebendo as notificações.

4. Veja o histórico de alterações

Se o site tem registro de mudanças (WordPress com log de atualizações, construtor de landing pages com histórico de versões), compare o dia em que os leads caíram com o que foi publicado.

5. Teste o evento de conversão separadamente

O formulário pode enviar e o evento de conversão não disparar (ou o contrário). Para conferir o evento, veja os guias de conversão do Google Ads que não registra e de Meta Pixel que não dispara.

Depois de corrigir

Corrigir é metade do trabalho. A outra metade é avisar o cliente com transparência e estimar o que foi perdido: período da falha, gasto no período e leads esperados. Esse número ajuda a conversar com o cliente e a pedir ajuste de verba, se for o caso. Se quiser uma conta pronta, veja quanto custa uma página quebrada.

E, principalmente, feche o buraco para não repetir: crie uma rotina de teste do fluxo completo. Fazer isso à mão funciona para uma ou duas páginas; com dez, vinte clientes, vira tarefa que se esquece. É exatamente a situação para a qual o VigiaConversão foi pensado: ele visita as páginas cadastradas, percorre o fluxo e avisa por e-mail quando algo falha.

O que evitar

Um cenário hipotético para fixar a ideia

Imagine uma clínica que anuncia no Google e recebe, em média, uma dezena de contatos por dia. Numa terça, o site passa por uma atualização automática de plugins. A página continua idêntica, mas o plugin do formulário perde a conexão com a caixa de e-mail de destino. Na quarta e na quinta, o visitante preenche, vê "enviado com sucesso" e a clínica não recebe nada. O Analytics mostra visitas normais, e o painel do anúncio mostra cliques normais. A única pista é a queda no número de ligações.

Esse cenário é inventado para ilustrar, mas o padrão é o que importa: nada visível mudou, e o prejuízo é invisível até alguém perguntar. Por isso o diagnóstico começa pela pergunta "o que foi alterado?", e a prevenção, por um teste que percorra o caminho inteiro, não só a abertura da página.

Descubra a falha antes de queimar a verba

O VigiaConversão visita as páginas das campanhas, testa o formulário e o evento de conversão e avisa por e-mail quando algo quebra. R$ 149 por mês, com o 1º mês por R$ 74,50 (50% de desconto), sem fidelidade e com reembolso em até 7 dias.

Quero testar com 50% no 1º mês

Perguntas frequentes

Meu formulário mostra "enviado com sucesso" mas o lead não chega. Por quê?

A mensagem de sucesso aparece no navegador, antes de a ferramenta de destino confirmar o recebimento. Se a integração, o e-mail de notificação ou a chave do serviço falhou, o visitante vê sucesso e você não recebe nada. Por isso o teste precisa conferir o destino final.

Com que frequência devo testar o formulário de uma campanha?

Depende do quanto você gasta por dia e de quanto tempo aceita ficar sem perceber. Em campanhas com verba diária relevante, um teste por dia (ou mais) reduz o tempo de exposição. Quanto maior o intervalo, maior o gasto possível sem retorno.

Posso testar com dados falsos sem sujar o CRM?

Pode, usando um nome e e-mail claramente identificados como teste (por exemplo, "TESTE Vigia") e criando um filtro ou regra para ignorar esses registros no CRM e nos relatórios.

Leia também